Coordenador da CBF e jogadoras se posicionam após a demissão de Vadão.

Coordenador da CBF e jogadoras se posicionam após a demissão de Vadão.

24 de julho de 2019 0 Por Jogando Com Elas

(Foto: Assessoria / CBF)

 

Confira o que os profissionais falaram sobre a decisão da Confederação.

 

Na segunda-feira (22), a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou a saída do técnico Oswaldo Alvarez, conhecido como Vadão, do comando da Seleção Brasileira feminina. O técnico comandou a Seleção durante um ano e dez meses.

Logo após o ocorrido, algumas jogadoras se posicionaram sobre a demissão de Vadão, além disso, quem preferiam para o cargo. As declarações foram no lançamento da segunda fase do Campeonato Paulista feminino. Na ocasião, as jogadoras presentes na Copa do Mundo e que atuam no futebol paulista foram homenageadas.

Segundo a zagueira Érika, do Corinthians: “Foi muito rápido para nós. Acredito que a CBF tomou a decisão e cabe a nós fazer o nosso trabalho. Seria importante pensar a longo prazo, não só na próxima Copa, mas um trabalho mais longo”, relatou a jogadora.

Além disso, a diretora do futebol feminino da Federação Paulista de Futebol (FPF), Aline Pellegrino, também afirmou: “Um ciclo se encerra, mas não porque perdeu ou ganhou, mas porque encerramos uma Copa. È um ótimo momento para apresentar um projeto. Independe de ser homem e mulher (como técnico).”

Outra a se posicionar foi a atacante do São Paulo, Cristiane: “Eu acredito que é uma decisão da CBF. Nós somos jogadoras”, disse a autora do gol mais bonito do Mundial, contra a Austrália.

Também se posicionou o coordenador de seleções femininas da CBF, Marco Aurélio Cunha, que afirmou que segue trabalhando normalmente e já planeja a preparação visando os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. Segundo o dirigente, ele atende às ordens do presidente da entidade Rogério Caboclo e que deixa o cargo “tranquilamente” se ele quiser.

Além disso, Marco Aurélio Cunha avaliou o trabalho da Seleção Brasileira como “boa” e acredita que ninguém falou mal do Brasil pelas atuações dentro de campo. Para ele, as críticas aconteceram por uma certa antipatia com o treinador Vadão. “É algo com dois lados. Em quem acreditar? Na maioria que viu as partidas ou numa crítica que já vem com um viés de antipatia?”, questionou.